Shop AT D&G

A releitura de uma obra de arte é a criação de uma nova obra, ressignificando ou homenageando uma obra anterior, e quando se trata da moda temos muitos exemplos disso, como a bolsa Sicily da Dolce e Gabbana. Ela é uma ode à elegância, um tributo ao charme da região da Sicília, uma magnífica ilha no coração do Mediterrâneo.

Entre varios outros modelos mais atuais eu a escolhi devido ao toque vintage anos 50 que possui. A silhueta estruturada evoca a moda clássica e o fecho é inspirado nas ferragens tradicionais das antigas bolsas baús sicilianas. Foi lançada pela primeira vez na coleção de primavera/verão de 1985 e desde então, tornou-se uma das peças mais icônicas da marca.

Eu tenho o hábito de pesquisar muito antes de comprar qualquer item de moda, especialmente os de luxo, pois sempre objetivo investir em algo atemporal e não apenas uma tendencia do momento. Também acho importante poder combinar a peça com o máximo de looks possíveis do meu guarda roupa – eu realmente gosto de usar bastante tudo o que compro em diferentes produções e ocasiões!

Outro ponto importante: o tamanho. Eu amo de bolsas de tamanho médio porque gosto de usá-las tanto no dia a dia como na noite. Versatilidade é tudo pra mim e por ser uma grande adepta das peças vintage eu sei o quanto valorizam com o tempo. Eu uso muitas boslas antigas da minha mãe e de outras familiares que estão em excelente estado e nunca, nunca saem de moda.

Confesso que fiquei em dúvida entre alguns modelos e ao fim fiquei entre a opções de animal print ou a vermelha. Escolhi a vermelha de couro saffiano pela maior possibilidade de combinações e por vermelho estar entre as minhas cores favoritas. As ferragens em dourado tambem contribuiram na minha decisão para também combianarem com meus outros acessorios como brincos, colares e cintos.

Falando em cintos, nao pude resistir a um pequeno cintinho fino preto que me apaixonei e acabei levando por também ser algo bem clássico.

E por fim, acho importante dizer que tendo ciência sobre todas as polemicas que a D&G e seus criadores infelizmente tem se envolvido ao longo dos últimos anos, também vejo um grande esforço para que certas impressões sobre a marca mudem. Criativamente falando, é minha marca favorita por dois motivos: as coleções ao longo dos anos nunca perdem sua identidade única no mundo da moda e nem seu DNA de estética sensual. Na última semana de moda de Milão, a D&G apadrinhou e fez um desfile em parceria com a estilista brasileira Karoline Vito em uma coleção com modelos de diferentes belezas e corpos, ressaltando a importância da sensualidade na moda inclusiva.

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